NOSSO HISTÓRICO DE LUTAS COMO LIDERANÇA NAS ORGANIZAÇÕES INDÍGENAS E MOVIMENTOS SOCIAIS

Olá. Eu sou o Sabá!

Em 1989 trabalhei no Núcleo de Cultura Indígena, a União das Nações Indígenas – UNI – Acre com o programa a Voz Indígena na Rádio Difusora Acreana, produção de vídeo; em 1996 – foi Membro da Comissão do Conselho de Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Brasil – CAPOIB; Em 1994 – aos 24 anos, foi eleito Coordenador Geral da Coordenação das Organizações Indígena da Amazônia Brasileira – COIAB; 2001 – Eleito Coordenador Geral da Coordenadora das organizações Indígenas da Cuenca Amazônica – COICA; em 2005 foi Administrador da OPIN – Organização dos Povos Indígenas do Acre, Sul do Amazonas e Noroeste de Rondônia, em 2007 foi presidente da Manxinerine Ywptowaka.

Fez parte do Movimento Continental Indígena, Negro e Popular; foi vice – Presidente da Fundação Chico Mendes em 1990; vice – Presidente do Grupo de trabalho Amazônico – GTA.

Te convidamos a nos ajudar a requalificar a atividade política no Brasil, compartilhando e participando do nosso trabalho.

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Gratidão e luz,

Sebastião Sabá Haji Manchinery

 

PROPOSTAS DE MANDATO

DEMARCAÇÃO JÁ
1. Lutar pela #Demarcação das terras indígenas e quilombolas e apoio às populações ribeirinhas e cabocas nas suas sustentabilidades;

2. Qualificar as lideranças, as mulheres e juventude para a condução dos processos produtivos e de desenvolvimento sustentáveis em harmonia com o meio ambiente;

EDUCAÇÃO
1. Educação indígena diferenciada em todos os níveis;

2. Qualificar e fortalecer os professores e organizações estudantis e da juventude;

3. Lutar para que os gestores deste país sejam sensíveis com a causa da Moradia Estudantil;

SAÚDE
1. Saúde pública de qualidade, com respeito as tradições de nossos povos originários;

2. Lutar pra inserir, no âmbito do PROGRAMA do SUS, de todo Serviço Público e nos Planos de Saúde, a prática das Terapias Integrativas e complementares em caráter multiprofissional no cuidado e preservação da saúde dos povos, incluindo a Pajelança, homeopatia e Parteiras Indígenas nas Unidades de Saúde;

4. MEIO AMBIENTE
1. Ações diretas de promoção e defesa dos direitos da terra, dos direitos humanos, sociais, econômicos, culturais e coletivos, dos direitos dos animais e do patrimônio histórico e cultural, material e imaterial das cidades e ecossistemas naturais da região Amazônica;

2. Estudos, pesquisas e capacitação, com enfoque integral e direcionados para educação ambiental formal e não-formal, assim como para implementação de processos de transformação sustentável local e territorial, gestão ambiental e temas afins, em suas diversas dimensões, especialmente em interface com a Política Nacional de Educação Ambiental;

3. Fomentar, apoiar e implementar ações práticas decorrentes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, através da capacitação e do apoio a gestão de empreendimentos e organizações do movimento social;

4. Criação e difusão de tecnologias que fortaleçam a integração da pessoa humana com o ecossistema natural, o aproveitamento racional dos bens naturais e da sociobiodiversidade;

5. Promoção de novos paradigmas ético-epistemológicos que superem o cartesianismo e o racionalismo acrítico;

6. Apoio e fomento a formação de ativistas dos movimentos sociais, com atuação na democratização das políticas públicas e sua implementação participativa;

7. Realização de assistência direta e apoio a grupos sociais vulneráveis, especialmente jovens, crianças, adolescentes, idosos e animais;

8. Lutar pela preservação da nossa Biodiversidade, contra o Agronegócio, agrotóxicos que matam toda vida na terra, nos rios, lagos e mares, e contra a Mineração que depreda o meio ambiente;

9. Lutar para que os Planos Temáticos Nacionais do meio ambiente e da Cultura seja implantados nos âmbitos municipais, estudais e nacional;

10. Reflorestar e fortalecer as matérias-primas pelo manejo sustentável nas comunidades;

5. SEGURANÇA NAS TERRAS INDÍGENAS
1. Formação para nossos próprios jovens indígenas,

6. CULTURA
2. Projetos que garantam as práticas, respeito, fomento e fortalecimento da Cultura de nossas ancestralidades;

3. Lutar para que o Plano Nacional das Culturas Populares e Tradicionais sejam implantados, onde constam vários objetivos para o fortalecimento de nossos Saberes, Fazeres e Dizeres de nossas ancestralidade;

4. Fortalecer e defender a Convenção 169 da ONU;

6. FEMINISMO
1. Fortalecimento do protagonismo de gênero e étnico, especialmente das mulheres e das populações tradicionais da Amazônia;

2. Empoderar nossas mestras dos saberes e as mulheres indígenas de nosso país para que participem em todas as Instâncias decisórias;

Não estou doando mais do que 10% da minha renda anual do ano anterior.
Não sou permissionário(a) do serviço público